E com a tristeza no peito a gente leva e finge que ignora.

E assim eu vou vivendo. Andando timidamente pelas ruas com os braços para trás, cabeça baixa, pensando em você mas ao mesmo tempo tentando focar no que está em minha volta, no mundo que me restou, no mundo sem você e para todo sempre.
Eu escuto aquela música e uma lágrima escorre timidamente, limpo singelamente com minha toalhinha e vida que segue.
E a esperança ainda é de alguém que consiga enxergar em mim um pouco mais minhas qualidades, menos meus defeitos, um pouco mais de paciência e muito mais reciprocidade.

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